Crítica | "Me Chame Pelo Seu Nome", e o excesso de dramatização


Em "Me Chame Pelo Seu Nome" vamos conhecer a história de Elio (Timothée Chalamet), filho único que vive com sua família na Itália no ano se 1983. Ele está prestes a viver mais um verão pacato, mas tudo em sua vida começa a mudar quando Oliver (Armie Hammer) chega para ajudar seu pai em suas pesquisas. 

Elio simpatiza com a carisma de Oliver e aos poucos eles vão criando um vínculo de amizade e isso vai gerar grandes descobertas principalmente para Elio. O mesmo começa a ver Oliver com outros olhares a medida que vão se conhecendo e Elio percebe que com isso ele acaba conhecendo a si mesmo.  

O filme mostra a beleza e o drama de uma relação que aos poucos acontece. Um dos pontos positivos do filme é que o longa conta com paisagens belíssimas do interior da Itália que conduz a uma boa fotografia e também atuações que não deixa a desejar. Por outro lado o roteiro deixa muito a desejar em momentos com um ritmo muito arrastado e um excesso de dramatização, com isso fazendo os acontecimentos se arrastarem ainda mais. Com indicações ao Golden Globes 2018 e rendendo diversos comentários, Me Chame Pelo Seu Nome claramente não merece nenhuma das premiações.

Me Chame Pelo Seu Nome chega aos cinemas dia 18 de janeiro aos cinemas brasileiros.

Assista ao trailer:








Por Leonardo Alves

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