Resenha | Um Amor, Um Café e Nova York

Sinopse:
Camila sempre teve um grande sonho- viver um grande amor, como um desses de cinema. Ela só não imaginava que teria isso e muito mais, logo que conheceu Guilherme. Na véspera do aniversário de 3 anos de namoro do casal, e do aniversário de 19 anos de Camila, Guilherme surge com uma surpresa que mudaria pra sempre o romance e a vida do casal- uma viagem de um mês para Nova York. O que ele não sabia é que esse era mais um dos grandes sonhos de Camila, que vai fazer de tudo para que essa seja a melhor viagem deles. Porém, Nova York possui brilhos demais. Poderia algum deles ofuscar o do casal? Um romance recheado de beijos, sonhos e palavras doces, personagens surpreendentes e ainda uma trilha sonora de 'sobremesa'.
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"Um Amor, Um Café e Nova York" foi o primeiro livro publicado por Augusto Alvarenga, e este foi o último que eu peguei para ler. É surpreendente toda a evolução de escrita, construção e enredo de seu primeiro livro para o seu último publicado "As Luzes Mais Brilhantes". Então desde a primeira página eu sabia que seria algo muito diferente do que eu estava acostumado a ler do mesmo.

O livro que nos leva para a viagem dos sonhos de Camila tem seus pontos positivos e seus pontos negativos. A história é aquele clássico "livro sessão da tarde", não é nada surpreendente, nada que você de fato precise ler, mas é uma boa distração para quebrar um estilo de livro que você esteja lendo com frequência, ou se recuperar de um bloqueio/ressaca literária.

A escrita peca com um desenvolvimento que não te instiga a querer mais a cada página e o desenvolvimento é razoavelmente lento para o tom do livro. Algo que me incomodou no livro foi um dos acontecimentos mais surreais e você sabe que é uma história que deve nos levar para fora da nossa realidade, mas foi algo que eu fiquei muito "???", que foi uma cena que Camila vai com Guilherme a um show da Beyoncé e a própria artista foca nos dois por coincidência e se encanta por ambos e os convida para o seu camarim e etc. Foi algo que lendo eu fiquei muito embasbacado e achei que não acrescentou nada ao livro. 

Um ponto positivo que vale ser destacado são as clássicas referências musicais que Alvarenga usa em suas histórias,e comigo me fez lembrar muito de sua escrita atual que evoluiu muito e não somente a evolução como escritor, mas também como pessoa.


Por Leonardo Alves

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