Crítica | Para Todos os Garotos Que Já Amei

Lara Jean Song Covey (Lana Condor) escreve cartas de amor secretas para todos os seus antigos paqueras. Um dia, essas cartas são misteriosamente enviadas para os meninos sobre os quem ela escreve, virando sua vida de cabeça para baixo.


Baseado no livro homônimo de Jenny Han, “Para todos os garotos que já amei” é definitivamente uma das melhores adaptações literárias que já assisti, não tem como não se apaixonar pela história e o dilema de Lara Jean.

De imediato somos apresentados a Lara e sua família, mostrando a paixão da personagem pelos livros e como ela se imagina neles, dentro do primeiro ato, conhecemos seus “crushs” e como ela externa o sentimento não correspondido por eles, através de cartas. Afinal, Lara tem o que muitas de nós temos, medo de amar, ou de não ser correspondida.
Até que, estas famigeradas cartas são entregues, e ai não tem mais jeito, seu segredo foi revelado; e é neste momento que vemos o que ainda não nos foi apresentado nos trailers, assim como qualquer adolescente insegura, Lara se sente invisível em meio ao gigante que é o 3ª ano do ensino médio, mas logo percebe que não é bem assim.

 “Para todos os garotos que já amei”, foi pra mim uma grande surpresa, que remete aos nossos sentimentos mais profundos e nos toca, e transporta para dentro na história.

Palmas para a Netflix, palmas para Jenny Han  que escreveu essa obra incrível, e pra diretora do longa Susan Jhonson. Mas meu destaque principal vai para Lana Condor, que soube ser a Lara Jean perfeita!

Um romance tão lindo, que nasceu da maneira mais inesperada possível; uma história de entrega, descoberta, autoconhecimento, troca, amizade e respeito que merece ser assistida e reassistida. 

Então prepare a pipoca e venha fazer parte, Lara Jean, Kit, Josh, Peter... todos querem com certeza a sua companhia, afinal todos merecem uma grande historia, e a descoberta do 1º amor, por Lara Jean é uma grande pedida.

Trailer:

Por Juliana Brito

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