Crítica | Kin

Kin vai nos mostrar a história de Eli, um menino que é adotado que sofre com diversos problemas da vida e ainda precisa lidar com a ausência de seu meio irmão mais velho que está preso. Vemos a vida de Eli de cara e com o tom dramático do filme, as coisas começam a mudar quando vemos que um de seus costumes é invadir ferro-velhos para roubar sucata, com a intenção de gerar uma grana extra para si e em um dia ele vai encontarr uma arma gigante que é capaz de desintegrar coisas e isso é o estopim para modelar nosso pequeno herói.

Seu irmão é finalmente solto da prisão, mas seus dias de encrenca estão longe de um fim. Com isso, Eli sendo um garoto de bom coração começa uma jornada de autodescoberta e com isso a história cria uma linha entre o sci-fi e o drama do mundo real, de forma que ainda assim nos mantenha atentos aos dois lados da situação.

Produzido por Shawn Levy (o mesmo de Stranger Things), o longa tem sua pegada bem retrô anos 80 e não deixa a desejar com bons efeitos e nem mesmo em sua edição. Com sua boa produção e seu roteiro bem trabalhado (a pesar de conter alguns clichês básicos), pode-se considerar a produção em si um acerto.  
Vale ressaltar também que um acerto em cheio do filme são as atuações. Mesmo com nomes não muito conhecidos como o protagonista Myles Truitt (Eli) desempenham um ótimo papel ao lado de nomes já conhecidos pelo grande público como James Franco e Zoe Kravitz que também não deixam a desejar. Pode-se destacar também o bom trabalho de Kravitz diante das câmeras, a mesma possui um excelente feeling para o personagem e em suas aparições é inegável que ela rouba a cena sem muito esforço.

Kin é um filme que vai nos mostrar os valores da amizade, relacionamento familiar e com uma boa dose de ação e tensão regada a momentos eletrizantes. Kin chega aos cinemas brasileiros dia 6 de setembro e vale a pena você conferir.
Assista ao trailer:



Por Leonardo Alves

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