Sinopse: 1962. Tony Lip (Viggo Mortensen), um dos maiores fanfarrões de Nova York, precisa de trabalho após sua discoteca, o Copacabana, fechar as portas. Ele conhece um um pianista e quer que Lip faça uma turnê com ele. Enquanto os dois se chocam no início, um vínculo finalmente cresce à medida que eles viajam.
Antes de começarmos contando o que achamos desse filme INCRÍVEL, é necessário explicar o que é um Green Book. Trata-se de um livro feito pelo carteiro Victor Hugo Green, que continha uma lista de Hotéis e restaurantes que permitiam a entrada de Negros na década de 60, onde os mesmos sofriam humilhações e agressões tamanho o preconceito da época.
A trama conta a história de um pianista negro, mundialmente conhecido, que aceita uma turnê no sul dos EUA, e conta com o apoio de Tony Lipp - detentor de um green book - para guia-lo nesta jornada, um tanto quanto arriscada.
O longa tem sido muito, lembrado por se assimilar ao Clássico: "Conduzindo Miss Daisy", porém os responsáveis pelo longa, durante o red carpet no Globo de Ouro afirmaram que considerar essa semelhança é analisar o filme muito superficialmente.
É lindo ver a amizade que se enraíza no decorrer da história, sentimentos que se assemelham e dilemas que se sobrepõem; tornando a experiência de transformação, crescimento e quebra de paradigmas dos personagens tão real, que é possível perceber o quão entregue os atores estão à seus papeis.
Mesmo com um tema tão carregado de significância, Green Book, consegue ser leve em sua essência, sentimental e tocante, nos guiando por um caminho onde a aventura nos mostre o significado da amizade, sendo impossível não se emocionar, justificando assim o seu grande destaque nesta temporada de premiações.
O longa chega aos cinemas em 24 de Janeiro
Trailer:
Por Juliana Brito

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