Sinopse: Em seu aniversário de 36 anos, Nadia morre. Mas retorna para morrer de novo. E de novo. Presa nesse ciclo surreal, só lhe resta encarar a própria mortalidade.
Boneca Russa chegou ontem (01/02) à Netflix, tendo como produtora e protagonista Natasha Lyonne (Orange is the new black); a trama gira em torno de Nadia que morre aos 36 anos e se vê dentro de um loop onde revive sua morte (de diferentes formas) várias vezes.
De maneira cômica, e até mesmo romântica, vemos uma relação -com Alan- se formar em meio as idas e vindas da protagonista, pois pasmem, ele está passando pelo mesmo problema. (Clichê? 🤔)
Logo nos primeiros episódios somos apresentados aos personagens, que serão fundamentais, certas vezes como plot, outras como referências das linhas temporais e até mesmo como mudança do ciclo.
A série é equilibrada. Até mesmo estas repetições -que pra alguns se tornam cansativas- se complementam se certa forma dando o ritmo a história, apresentando sempre novas perspectivas à personagem.
Boneca Russa, pode ser classificada como comédia romântica (sim, pois é!) principalmente se nos basearmos na relação entre Nadia e Alan, que é o verdadeiro alívio cômico da trama; O bacana da série é sacar o porque dessas repetições, o que Nadia precisa entender?
“Carpe Diem” acaba por ser ironicamente um lema, e aprender valorizar a si mesmo e cada momento acaba sendo a lição que podemos tirar desse show que já está disponível na Netflix com seus 8 episódios!
Por Juliana Brito

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