Resenha | Laranja Mecânica

Título: Laranja Mecânica (A Clockwork Orange).
Autor: Anthony Burgess
Editora: Aleph
Páginas: 352
Gênero: Ficção Científica, Clássicos, Distopia
Ano: 2012

Adicione: Skoob
Onde comprar: Amazon | Submarino | Americanas

Sinopse: 
Narrada pelo protagonista, o adolescente Alex, esta brilhante e perturbadora história cria uma sociedade futurista em que a violência atinge proporções gigantescas e provoca uma reposta igualmente agressiva de um governo totalitário. A estranha linguagem utilizada por Alex - soberbamente engendrada pelo autor - empresta uma dimensão quase lírica ao texto. Ao lado de "1984", de George Orwell, e "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley, "Laranja Mecânica" é um dos ícones literários da alienação pós-industrial que caracterizou o século XX. Adaptado com maestria para o cinema em 1972 por Stanley Kubrick, é uma obra marcante: depois da sua leitura, você jamais será o mesmo.


Publicado pela primeira vez em 1962, e imortalizado 9 anos depois pelo filme de Stanley Kubrick, Laranja Mecânica não só está entre os clássicos eternos da ficção como representa um marco na cultura pop do século 20. Meio século depois, a perturbadora história de Alex – membro de uma gangue de adolescentes que é capturado pelo Estado e submetido a uma terapia de condicionamento social – continua fascinando, e desconcertando, leitores mundo afora.

Um dos mais famosos clássicos da literatura, Laranja Mecânica é dividido em duas partes. Sendo narrada pelo personagem principal, Alex, um burguês violento que ao decorrer da história acaba conquistando o leitor. 

Em sua primeira parte, é abordado o egocentrismo de Alex com seus amigos,  violência entre guangues e a liberdade de fazer sua próprias escolhas, que acaba seguindo pra segunda parte do livro, onde o personagem acaba vivendo as consequências dessas escolhas.

Um pouco perturbadora, a segunda parte é como uma crítica ao regime político que tenta fazer uma lavagem cerebral na cabeça dos jovens, com o que acreditam que seja certo para acabar com a violência. 


Como diria Alex em seu dialeto único, uma história horroshow.

Comentários