Título: Sobre Garotos Que Beijam Garotos
Autor: Enrique Coimbra
Editora: Casa da Palavra
Páginas: 95
Gênero: LGBT
Ano: 2015
Adicione: Skoob
Onde comprar: Amazon | Submarino | Saraiva
Autor: Enrique Coimbra
Editora: Casa da Palavra
Páginas: 95
Gênero: LGBT
Ano: 2015
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Sinopse: Enrique Coimbra decidiu escrever este livro depois de viver “mais uma aventura emocionalmente masoquista com um menino heterossexual”. Tirou da própria vida, e também da convivência com os desejos e angústias de sua geração, a inspiração para criar a história de um garoto carioca que tateia pelos caminhos da descoberta sexual, seguindo em frente à revelia de padrões ou probabilidades. E talvez tenha acabado por conquistar ainda mais do que desejava: um livro sobre o relacionamento impossível entre dois garotos, sim, mas também uma narrativa corajosa sobre a descoberta da frustração e do efêmero, que acompanha o amadurecimento de qualquer um de nós.
Em Sobre Garotos Que Beijam Garotos, Henrique Coimbra nos cria uma história baseada em experiências próprias e de pessoas próximas, onde veremos um jovem que vai ter a desventura de se apaixonar por um cara heterossexual. Este jovem, Enzo, tem uma vida muito boa vivendo no coração do Rio de janeiro e não tendo o que falta para lhe fazer feliz. Em partes, pois ele sente um tremendo vazio em sua vida amorosa, e com isso vaga de aplicativo em aplicativo de relacionamentos, mas ainda sim sente o seu vazio interior.
Sua situação só piora quando este 'peguete' heterossexual é ninguém menos que um ficante de sua melhor amiga. A partir daí veremos muito da personalidade de Enzo e com muitas dúvidas sobre tudo ao seu redor, ele consegue passar para o leitor uma gama de frustrações e os reflexos de suas atitudes não são dignas de serem admiradas.
Uma leitura muito rápida pois contem um pequeno número de páginas e sua narrativa nos da uma vontade de ver o que o livro vai nos apresentar em seu final. Em contrapartida temos um protagonista completamente detestável que não pensa muito além de si mesmo e esse seu egoísmo somente se estende por toda a história. Por ser um jovem de classe média padrão, vemos muitos de seus "white people problems" e para o leitor só resta colocar a mão na testa e segurar a vontade de entrar no livro, sacudi-lo e fazê-lo ver o quão reclamão de barriga cheia ele é. Um ponto que o livro carece muito é a representatividade. O meio LGBT contém muito preconceito e o livro com personagens padrões e suas vidas classe média exclui uma parcela bem grande da comunidade o que é algo bem negativo.
Rápido e com uma escrita que vai te envolver nestes dilemas, o livro é mais um daqueles que podemos classificar como livros "sessão da tarde".
Em Sobre Garotos Que Beijam Garotos, Henrique Coimbra nos cria uma história baseada em experiências próprias e de pessoas próximas, onde veremos um jovem que vai ter a desventura de se apaixonar por um cara heterossexual. Este jovem, Enzo, tem uma vida muito boa vivendo no coração do Rio de janeiro e não tendo o que falta para lhe fazer feliz. Em partes, pois ele sente um tremendo vazio em sua vida amorosa, e com isso vaga de aplicativo em aplicativo de relacionamentos, mas ainda sim sente o seu vazio interior.
Sua situação só piora quando este 'peguete' heterossexual é ninguém menos que um ficante de sua melhor amiga. A partir daí veremos muito da personalidade de Enzo e com muitas dúvidas sobre tudo ao seu redor, ele consegue passar para o leitor uma gama de frustrações e os reflexos de suas atitudes não são dignas de serem admiradas.
Uma leitura muito rápida pois contem um pequeno número de páginas e sua narrativa nos da uma vontade de ver o que o livro vai nos apresentar em seu final. Em contrapartida temos um protagonista completamente detestável que não pensa muito além de si mesmo e esse seu egoísmo somente se estende por toda a história. Por ser um jovem de classe média padrão, vemos muitos de seus "white people problems" e para o leitor só resta colocar a mão na testa e segurar a vontade de entrar no livro, sacudi-lo e fazê-lo ver o quão reclamão de barriga cheia ele é. Um ponto que o livro carece muito é a representatividade. O meio LGBT contém muito preconceito e o livro com personagens padrões e suas vidas classe média exclui uma parcela bem grande da comunidade o que é algo bem negativo.
Rápido e com uma escrita que vai te envolver nestes dilemas, o livro é mais um daqueles que podemos classificar como livros "sessão da tarde".

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