Título: The Walking Dead: Busca e Destruição
Autor: Jay Bonansinga
Editora: Galera Record
Páginas: 294
Gênero: Ficção
Ano: 2017
Adicione: Skoob
Onde comprar: Amazon | Submarino | Saraiva
Sinopse: Lilly Caul e seu bando acreditaram que a paz estava mais próxima. Uma velha ferrovia que ligava Woodbury e Atlanta permitiu um projeto de reconstrução que acarretaria uma nova era de trocas, progresso e democracia. Isso até a cidade ser mais uma vez atacada e todas as crianças raptadas. Quem seria capaz submeter inocentes a tal violência gratuita, e por quê? As respostas para tais perguntas vão revelar que os mortos-vivos não são o maior problema do mundo pós-apocalipse. O maior dos desafios sempre repousa em seus adversários humanos...
Cada vez que sai um novo livro dessa série é uma emoção e amor enorme por essa história focada na Lilly Caul, uma das minhas heroínas favoritas que o querido Jay Bonansinga não desistiu de escrever já que agora é ele quem escreve sozinho. Essa nova história enlouqueceu-me de uma forma tão profunda que espero conseguir expressar o que foi ler esse sétimo volume. Quer saber como? Confira abaixo.
Lilly Caul já viu e enfrentou tantas coisas para proteger sua preciosa Woodbury que cada impacto e desafio que enfrenta às vezes chega a ser considerado insano mas essa cidade e pequena fortaleza tornou-se seu lar desde a época do tirano Governador. Anteriormente enfrentou um grupo de lunáticos liderados por um homem louco que deveria ser o mais sã já que era um reverendo e um exemplo para seus cidadãos.
Com um novo objetivo, Lilly tenta reconstruir uma ferrovia que pode melhorar para buscas por suprimentos, habitantes e até para facilitar o deslocamento sem ameaças dos errantes, e após longos meses conseguiu uma grande ajuda de outras cinco cidades que tornaram-se posteriormente aliadas, acelerando assim o progresso da ferrovia e mesmo assim parece ser um projeto ambicioso até demais, mas se existe a personificação da esperança seria com toda certeza a Lilly.
Em mais um dia de trabalho na reconstrução da ferrovia, o grupo de Lilly nunca poderia imaginar que estavam sendo atacados e quando chegassem a Woodbury seria tarde demais, pois a cidade foi devastada, mas o mais curioso e era que os suprimentos estavam intactos, nada foi roubado ou destruído, por outro lado os habitantes estavam mortos e as crianças raptadas.
“ Por algum tempo, o mundo dos vivos evoluiu para um crisol de conflitos tribais, barbárie, crimes oportunistas e irritantes disputas territoriais.”
Que era o monstro que tinha raptado suas crianças? Por que atacar tão inesperadamente e não levar nada de valor apenas as crianças? Quais eram os planos desse novo grupo? Quão perigosos eram? São muitas perguntas sem respostas que intrigam Lilly, e sem opções apenas seguindo seu instinto maternal irá em busca de seus meninos e de sua vingança, esse grupo não sairia impune do que fizeram com sua cidade.
E assim, Lilly, Jinx, Tommy Dupree, Norma e Miles Littleton vão à caça do grupo desconhecido enfrentando muitas armadilhas, perigos e claro, zumbis. O desespero de Lilly em resgatar as crianças é enorme ao mesmo tempo fica pressentindo o grande perigo que seu pequeno círculo familiar corre ao aventurar-se no desconhecido.
As perguntas que Lilly e seu querido grupo procuravam logo são respondidas mostrando um propósito tão cruel e desumano que mesmo depois de todas as crueldades e barbaridades que já presenciaram não comparam-se com essa nova ameaça enquanto ainda tentam salvar as crianças sequestradas. Até onde é considerado loucura? Como distinguir o certo do errado quando o mundo sucumbiu há tantos anos? A praga é uma justificativa para tanta perversidade vinda dos humanos?
“[...] Muitos se juntaram à causa puramente por acreditarem em Lilly Caul. Lilly causa esse efeito nas pessoas – uma espécie de osmose de esperança –, e, quanto mais às pessoas trabalham nesse projeto, mais acreditam nele.”
Eu sempre vou enaltecer e orgulhar-me da Lilly, vocês podem até ficarem cansados mas o que posso fazer? Quando em todo livro a personagem sofre uma evolução cada vez maior e sempre mostrando ser a grande mulher e heroína que admirei. Caul tinha tudo para desistir de reerguer Woodbury mas sua fibra e força de vontade não deixaram, perdeu muitas pessoas que amava e mesmo assim não deixou de ter esperanças nas pessoas e de um futuro melhor, mesmo com suas crianças sequestradas não deixou de abandonar sua missão de salvá-las quando a maioria achava uma loucura ir atrás delas sem saber nada do inimigo. São tantos motivos e qualidades para admirar a personagem que se eu for listar será uma resenha absurdamente enorme e cansativa.
Com muitas cenas de tirar o fôlego e de deixar-me no auge da angústia, Jay trouxe cenas de pura ação, transformando muitos momentos- se não a maioria- em cenários de puro terror, com sua escrita envolvente e ousada, deixando cada vez mais passagens eletrizantes em um ritmo alucinante, não deixando-me parar para nada nem para respirar de tão aflita e angustiada que ficava com muitos momentos de ameaças e riscos.
Antes do grupo encontrar os sequestradores, conhecemos um pouco antes o novo grupo de pessoas desprovidas de moral e respeito, o bando é mais ousado e perigoso do que pensava e ficava com medo do que iria acarretar quando os dois grupos finalmente se encontrassem. Tinha horas que eu pensava em largar o livro pra não saber o que estava prestes a acontecer mas como uma leitora curiosa e ansiosa que disse que consegui?
A cada livro, a história tem ficado mais sangrenta, violenta e de tirar o fôlego, não imaginava que nada superaria a Era do Governador que foi carregada de mortes e consequências lamentáveis para os habitantes de Woodbury. Claro que eu sabia que surgiriam novos perigos e grupos que tentariam invadir a cidade mas nada comparado ao que vem acontecendo desde o livro anterior. Um futuro melhor parece está cada vez mais longe, sossego está fora do vocabulário dos sobreviventes, cada vez mais a humanidade tem mostrado que o verdadeiro inimigo não são os errantes.
Os momentos de riscos com a Lilly são de deixar com o coração quase na mão, quando a personagem descobre o objetivo do sequestro fica alarmada e incrédula com a capacidade daquele grupo. Era sério aquilo que estavam planejando? Que tipo de monstro é esse? Como consegue dormir tranquilamente sabendo as vidas que tem em seu poder? O que será preciso para concluir a missão? Além dos sacrifícios e mortes que aguardam-nos? Lilly Caul conseguirá sair “ilesa” dessa?
É muita loucura envolvida nessa história, as muitas armadilhas que nossa heroína enfrenta junto com seu grupo são tão bem elaboradas e articuladas que é quase impossível prevê-las ou escapar delas. De todos os perigos que já enfrentou não chegam a ser tão assustadores e a deixar as pessoas em um estado de impotência como esse. Se você sabe quão grande foram as dificuldades e adversidades enfrentadas por Lilly quando o Governador liderava terá um gostinho do que é essa nova e aterrorizante história. Desde The Walking Dead - A Ascensão do Governador não encontrava nada tão arrepiante e abrasador até ler esse novo volume.
Li o livro em horas, fiquei completamente surpresa em como li tão rápido mesmo quando estava cansada e com sono, essa nova história foi meu remédio, esqueci o que era novo e cansaço quando embarquei nessa nova era de caos. Acho que esse entrou para um dos meus favoritos da série e eu só tenho que ficar orgulhosa de perceber que a qualidade das histórias não caiu, pelo contrário , cada vez mais tem evoluído e meu carinho e afeto por essa série só tem aumentado. Então, se você parou de ler os livros eu peço-lhe que continue e garanto que não vai arrepender-se no final ou se você nunca leu a série é um convite que faço para conhecer mesmo que nunca tenha lido nada do gênero.
Estou tão feliz que o Jay já anunciou o título do próximo volume chamado “Return to Woodbury” e mês de lançamento, por enquanto ainda não sabemos quando será lançado aqui no Brasil mas provavelmente início do ano que vem- e eu espero que não demorem a traduzir- já que a Galera tem lançado com pouco tempo de diferença. Essa capa está incrível demais, já tornou-se uma das minhas favoritas, a tradução de Ryta Vinagre está impecável, a diagramação confortável e a revisão boa, encontrei poucos erros. No geral é um exemplar que você vai querer ter na estante porque o conjunto da obra está de parabéns.
Agora o que resta-me é esperar pelo próximo volume, enquanto vocês podem aproveitar e ler os sete livros ou continuar de onde parou para poder acompanhar a próxima história e eu só posso dizer que estou bastante ansiosa e com as expectativas nas alturas. Tenho certeza que Jay não irá decepcionar-me e que um dia possa vir ao Brasil receber esse carinho que tanto guardamos por suas histórias.
O inimigo está à espreita conduzindo o grupo de Lilly para muitas armadilhas e perigos tão grandes que é quase impossível ser otimista e ter esperanças de sobrevivência quando a loucura e desespero entram em ação. Não deixem de conferir as novas ameaças que Lilly e seu grupo enfrentarão!
Autor: Jay Bonansinga
Editora: Galera Record
Páginas: 294
Gênero: Ficção
Ano: 2017
Adicione: Skoob
Onde comprar: Amazon | Submarino | Saraiva
Sinopse: Lilly Caul e seu bando acreditaram que a paz estava mais próxima. Uma velha ferrovia que ligava Woodbury e Atlanta permitiu um projeto de reconstrução que acarretaria uma nova era de trocas, progresso e democracia. Isso até a cidade ser mais uma vez atacada e todas as crianças raptadas. Quem seria capaz submeter inocentes a tal violência gratuita, e por quê? As respostas para tais perguntas vão revelar que os mortos-vivos não são o maior problema do mundo pós-apocalipse. O maior dos desafios sempre repousa em seus adversários humanos...
Cada vez que sai um novo livro dessa série é uma emoção e amor enorme por essa história focada na Lilly Caul, uma das minhas heroínas favoritas que o querido Jay Bonansinga não desistiu de escrever já que agora é ele quem escreve sozinho. Essa nova história enlouqueceu-me de uma forma tão profunda que espero conseguir expressar o que foi ler esse sétimo volume. Quer saber como? Confira abaixo.
Lilly Caul já viu e enfrentou tantas coisas para proteger sua preciosa Woodbury que cada impacto e desafio que enfrenta às vezes chega a ser considerado insano mas essa cidade e pequena fortaleza tornou-se seu lar desde a época do tirano Governador. Anteriormente enfrentou um grupo de lunáticos liderados por um homem louco que deveria ser o mais sã já que era um reverendo e um exemplo para seus cidadãos.
Com um novo objetivo, Lilly tenta reconstruir uma ferrovia que pode melhorar para buscas por suprimentos, habitantes e até para facilitar o deslocamento sem ameaças dos errantes, e após longos meses conseguiu uma grande ajuda de outras cinco cidades que tornaram-se posteriormente aliadas, acelerando assim o progresso da ferrovia e mesmo assim parece ser um projeto ambicioso até demais, mas se existe a personificação da esperança seria com toda certeza a Lilly.
Em mais um dia de trabalho na reconstrução da ferrovia, o grupo de Lilly nunca poderia imaginar que estavam sendo atacados e quando chegassem a Woodbury seria tarde demais, pois a cidade foi devastada, mas o mais curioso e era que os suprimentos estavam intactos, nada foi roubado ou destruído, por outro lado os habitantes estavam mortos e as crianças raptadas.
“ Por algum tempo, o mundo dos vivos evoluiu para um crisol de conflitos tribais, barbárie, crimes oportunistas e irritantes disputas territoriais.”
Que era o monstro que tinha raptado suas crianças? Por que atacar tão inesperadamente e não levar nada de valor apenas as crianças? Quais eram os planos desse novo grupo? Quão perigosos eram? São muitas perguntas sem respostas que intrigam Lilly, e sem opções apenas seguindo seu instinto maternal irá em busca de seus meninos e de sua vingança, esse grupo não sairia impune do que fizeram com sua cidade.
E assim, Lilly, Jinx, Tommy Dupree, Norma e Miles Littleton vão à caça do grupo desconhecido enfrentando muitas armadilhas, perigos e claro, zumbis. O desespero de Lilly em resgatar as crianças é enorme ao mesmo tempo fica pressentindo o grande perigo que seu pequeno círculo familiar corre ao aventurar-se no desconhecido.
As perguntas que Lilly e seu querido grupo procuravam logo são respondidas mostrando um propósito tão cruel e desumano que mesmo depois de todas as crueldades e barbaridades que já presenciaram não comparam-se com essa nova ameaça enquanto ainda tentam salvar as crianças sequestradas. Até onde é considerado loucura? Como distinguir o certo do errado quando o mundo sucumbiu há tantos anos? A praga é uma justificativa para tanta perversidade vinda dos humanos?
“[...] Muitos se juntaram à causa puramente por acreditarem em Lilly Caul. Lilly causa esse efeito nas pessoas – uma espécie de osmose de esperança –, e, quanto mais às pessoas trabalham nesse projeto, mais acreditam nele.”
Eu sempre vou enaltecer e orgulhar-me da Lilly, vocês podem até ficarem cansados mas o que posso fazer? Quando em todo livro a personagem sofre uma evolução cada vez maior e sempre mostrando ser a grande mulher e heroína que admirei. Caul tinha tudo para desistir de reerguer Woodbury mas sua fibra e força de vontade não deixaram, perdeu muitas pessoas que amava e mesmo assim não deixou de ter esperanças nas pessoas e de um futuro melhor, mesmo com suas crianças sequestradas não deixou de abandonar sua missão de salvá-las quando a maioria achava uma loucura ir atrás delas sem saber nada do inimigo. São tantos motivos e qualidades para admirar a personagem que se eu for listar será uma resenha absurdamente enorme e cansativa.
Com muitas cenas de tirar o fôlego e de deixar-me no auge da angústia, Jay trouxe cenas de pura ação, transformando muitos momentos- se não a maioria- em cenários de puro terror, com sua escrita envolvente e ousada, deixando cada vez mais passagens eletrizantes em um ritmo alucinante, não deixando-me parar para nada nem para respirar de tão aflita e angustiada que ficava com muitos momentos de ameaças e riscos.
Antes do grupo encontrar os sequestradores, conhecemos um pouco antes o novo grupo de pessoas desprovidas de moral e respeito, o bando é mais ousado e perigoso do que pensava e ficava com medo do que iria acarretar quando os dois grupos finalmente se encontrassem. Tinha horas que eu pensava em largar o livro pra não saber o que estava prestes a acontecer mas como uma leitora curiosa e ansiosa que disse que consegui?
A cada livro, a história tem ficado mais sangrenta, violenta e de tirar o fôlego, não imaginava que nada superaria a Era do Governador que foi carregada de mortes e consequências lamentáveis para os habitantes de Woodbury. Claro que eu sabia que surgiriam novos perigos e grupos que tentariam invadir a cidade mas nada comparado ao que vem acontecendo desde o livro anterior. Um futuro melhor parece está cada vez mais longe, sossego está fora do vocabulário dos sobreviventes, cada vez mais a humanidade tem mostrado que o verdadeiro inimigo não são os errantes.
Os momentos de riscos com a Lilly são de deixar com o coração quase na mão, quando a personagem descobre o objetivo do sequestro fica alarmada e incrédula com a capacidade daquele grupo. Era sério aquilo que estavam planejando? Que tipo de monstro é esse? Como consegue dormir tranquilamente sabendo as vidas que tem em seu poder? O que será preciso para concluir a missão? Além dos sacrifícios e mortes que aguardam-nos? Lilly Caul conseguirá sair “ilesa” dessa?
É muita loucura envolvida nessa história, as muitas armadilhas que nossa heroína enfrenta junto com seu grupo são tão bem elaboradas e articuladas que é quase impossível prevê-las ou escapar delas. De todos os perigos que já enfrentou não chegam a ser tão assustadores e a deixar as pessoas em um estado de impotência como esse. Se você sabe quão grande foram as dificuldades e adversidades enfrentadas por Lilly quando o Governador liderava terá um gostinho do que é essa nova e aterrorizante história. Desde The Walking Dead - A Ascensão do Governador não encontrava nada tão arrepiante e abrasador até ler esse novo volume.
Li o livro em horas, fiquei completamente surpresa em como li tão rápido mesmo quando estava cansada e com sono, essa nova história foi meu remédio, esqueci o que era novo e cansaço quando embarquei nessa nova era de caos. Acho que esse entrou para um dos meus favoritos da série e eu só tenho que ficar orgulhosa de perceber que a qualidade das histórias não caiu, pelo contrário , cada vez mais tem evoluído e meu carinho e afeto por essa série só tem aumentado. Então, se você parou de ler os livros eu peço-lhe que continue e garanto que não vai arrepender-se no final ou se você nunca leu a série é um convite que faço para conhecer mesmo que nunca tenha lido nada do gênero.
Estou tão feliz que o Jay já anunciou o título do próximo volume chamado “Return to Woodbury” e mês de lançamento, por enquanto ainda não sabemos quando será lançado aqui no Brasil mas provavelmente início do ano que vem- e eu espero que não demorem a traduzir- já que a Galera tem lançado com pouco tempo de diferença. Essa capa está incrível demais, já tornou-se uma das minhas favoritas, a tradução de Ryta Vinagre está impecável, a diagramação confortável e a revisão boa, encontrei poucos erros. No geral é um exemplar que você vai querer ter na estante porque o conjunto da obra está de parabéns.
Agora o que resta-me é esperar pelo próximo volume, enquanto vocês podem aproveitar e ler os sete livros ou continuar de onde parou para poder acompanhar a próxima história e eu só posso dizer que estou bastante ansiosa e com as expectativas nas alturas. Tenho certeza que Jay não irá decepcionar-me e que um dia possa vir ao Brasil receber esse carinho que tanto guardamos por suas histórias.
O inimigo está à espreita conduzindo o grupo de Lilly para muitas armadilhas e perigos tão grandes que é quase impossível ser otimista e ter esperanças de sobrevivência quando a loucura e desespero entram em ação. Não deixem de conferir as novas ameaças que Lilly e seu grupo enfrentarão!

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