Crítica | John Wick 3 - Parabellum


“John Wick: Parabellum” estreia nesta quinta (16)  e já adianto pra vocês, o filme é eita atrás de eita, vish seguido de vish; onimatopeias a parte, preparem os suprimentos, porque você  não vai querer perder um minuto das 2 horas e meia de filme. Eu que não sou fã de filmes de ação estou louquíssima para ver mais, e ao que tudo indica terá! (EBAAAA!!!).

Nem sei por onde começar, o filme é incrível em tantos níveis que fica difícil saber o que elogiar primeiro, acho que estou apaixonada. Mas já que temos que começar, vamos por partes então:

O roteiro do filme é genial, deve ter menos de uma página contendo diálogos, o resto é descrição das intermináveis e bem sincronizadas cenas de ação; e mesmo contendo pouquíssimos diálogos esses são entregues de maneira impecável e te fazem vibrar na cadeira, necessários e explicativos na medida, nesse universo onde  não gasta saliva à toa.

 E aqui vai uma dentre tantas lições que podemos tirar do filme (se você pretende ser um cineasta esse filme é uma aula), diferentemente de tantos outros,  esse usa de momentos cômicos de maneira a não atrapalhar a narrativa. 

Na falta de diálogo temos muita ação; ou seja, as coreografias são perfeitas, as câmeras não são nervosas, e não contém muitos cortes, acompanham os embates de forma incrível não deixando escapar nenhum detalhe. De longe o melhor filme de ação que esses olhos já viram.

A fotografia é impecável, acompanha a direção de arte de uma maneira que chega faltar o ar. É um filme que te prende do começo ao fim e te faz ansiar por mais a ponto de ansiar por mais.

Talvez aos olhos de quem leia este texto, eu pareça estar enrolando, mas a realidade é que estou estarrecida, Parabellum é uma obra de arte cinematográfica, que você precisa realmente assistir para entender.

Keanu Reeves está mais uma vez fabuloso em seu personagem, Halle Berry está linda e divina com seus pets adoráveis e assassinos (incrivelmente são dogs nesse filme, mas ela continua uma gata) e a química da cena entre eles é de arrepiar.
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Não tem como mensurar a grandeza, genialidade, beleza e completude desse filme, então vou finalizar com a seguinte frase, SOCO NO SACO E GRITARIAAAAAA.

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