Sinopse: Natasha é uma jovem extremamente pragmática, ela não acredita em destino, apenas em fatos explicados pela ciência. Em menos de doze horas, a família de Natasha será deportada para a Jamaica, mas antes que isso aconteça ela vê Daniel e se apaixona subitamente, colocando todas as suas convicções em cheque.
Destino, uma palavra simples de 7 letras que muitas vezes nos limitamos a ignorar; mas esse é o que se trata “O sol também é uma estrela” ou deveria ser.
Para quem leu a obra homônima escrita por Nicola Yoon pode se decepcionar em partes, por muito da essência do livro ter sido deixada de lado e o foco ter sido os “problemas” dos personagens, quando na verdade há muito por trás, há um universo conspirando para aquele momento acontecer, um monte de pequenos acontecimentos, que se conectam em meio a um emaranhando de situações que nos levam a um momentos... O destino.
Com uma linda fotografia, o longa aposta das paisagens Nova iorquinas para dar o tom que a trama precisa, paralelo a uma trilha sonora envolvente que consegue nos pequenos detalhes transmitir os sentimentos dos atores complementando em um conjunto perfeito.
Já Charles Melton e Yara Shahidi são bons no que se limitam. Melton é o Daniel exagerado e intenso que precisa ser, já Iara é limitada até demais, na minha opinião, ficando um pouco aquém do necessário.
O sol também é uma estrela, deixa a desejar como adaptação, mas é extremamente cativante como um romance clichê, destes que estão em alta atualmente, e que vale a pena ser assistido.
E quando você assistir, se lembre que momentos podem ser infinitos se você se permitir viver o que o destino lhe reservou.
O longa chega aos cinemas em 16 de maio.
Por Juliana Brito
Trailer:

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