Crítica | Toy Story 4



Foram nove anos. Nove anos de incerteza se haveria ou não, um novo filme. Mas, mais  uma vez a Pixar provou estar mais do que pronta pra qualquer desafio, e sim a possibilidade de um 4º filme seria claramente um desafio, tendo em vista o desfecho conclusivo do filme anterior. 

Mesmo depois de 24 anos do lançamento da franquia, Toy story só evoluiu. O 4º filme em nenhum momento deixou a desejar, se mostrando cada vez mais maduro acerca das lições e ensinamentos que se pré dispõem a ser expressados através de ‘brinquedos’.

O novo longa, expande o universo de forma única, abrindo assim, um novo leque de possibilidades para o que se acreditava estar finalizado. Novos personagens e uma nova aventura foi definitivamente a fórmula perfeita para que novos nichos sejam explorados.

Se antes, tudo girava em torno de Andy e seus brinquedos; neste já os vemos com Bonnie, sua nova dona. Woody não é mais o líder, mas ainda tem a necessidade de se sentir útil de alguma forma.

Os novos personagens (garfinho, coelho e patinho) trazem novos ares pra animação, possibilitando uma nova dinâmica e narrativa. O destaque, tal como um “líder” deve ser,  vai pro Woody. A relação Garfinho x Woody é uma das mais significativas já vistas na franquia.

Reprodução Disney Pixar

Toy story 4 além de abrir um leque de opções, com a chegada do streaming Disney + deixando brechas para futuros spin-offs; nos dá a maior das lições e definitivamente você sairá emocionado e “afetado” de alguma forma.

Trailer:


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