Título: Quinze Dias
Autor: Vitor MArtins
Editora: Globo Alt
Páginas: 208
Gênero: Ficção / Jovem Adulto
Ano: 2017
Adicione: Skoob
Onde comprar: Amazon | Submarino | Saraiva
Sinopse: Felipe está esperando por esse momento desde que as aulas começaram: o início das férias de julho. Finalmente ele vai poder passar alguns dias longe da escola e dos colegas que o maltratam. Os planos envolvem se afundar nos episódios atrasados de suas séries favoritas, colocar a leitura em dia e aprender com tutoriais no YouTube coisas novas que ele nunca vai colocar em prática.
Mas as coisas fogem um pouco do controle quando a mãe de Felipe informa que concordou em hospedar Caio, o vizinho do 57, por longos quinze dias, enquanto os pais dele estão viajando. Felipe entra em desespero porque a) Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e existe uma grande possibilidade dessa paixão não ter passado até hoje) e b) Felipe coleciona uma lista infinita de inseguranças e não tem a menor ideia de como interagir com o vizinho.
Os dias que prometiam paz, tranquilidade e maratonas épicas de Netflix acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, que obrigarão Felipe a mergulhar em todas as questões mal resolvidas que ele tem consigo mesmo.
Quinze Dias é uma história simples, porém muito importante e um dos livros que mais mexeu comigo esse ano. Nessa história vamos conhecer Felipe, um jovem que está entrando no período de férias no mês de julho e tem exatos quinze dias para tirar uma folga de tantos dilemas de sua vida. Ele por ser gordinho enfrenta além de conflitos internos de autoestima, o bullyng presente em sua escola e isso é algo totalmente desconfortante. Porém, o que lhe esperava ser um período de estar livre e não se preocupar com nada, soma a questão de hospedar o vizinho do apartamento ao lado do seu, o mesmo que ele acaba desenvolvendo sentimentos e não será nada fácil lidar com isso.
Além de lidar com seus problemas de autoestima em relação ao seu corpo, Felipe vai também se conhecer se descobrir aos poucos em relação ao crush que ele desenvolve no seu vizinho. Tudo isso é em um grande processo onde o autor vai trabalhar aos poucos e misturando elementos da cultura pop, cenas que infelizmente são um reflexo da realidade que presenciamos e muitos outros aspectos que contribuem para o livro.
Vitor Martins é claramente um dos autores onde mais vi representatividade em suas histórias. Mesmo com apenas dois livros publicados, ele consegue ambientar todo tipo de personagem em sua trama e qualquer um pode se identificar, independentemente do gênero ou qualquer outro motivo, sua escrita é algo que nos conecta desde os momentos bons aos tristes e até mesmo aqueles pensamentos comuns do dia a dia que passa até despercebido que ele está ao nosso redor.
Em contrapartida, meu dilema com o autor é que ao mesmo tempo que ele coloca todos esses pontos positivos na história, ao mesmo tempo ele aborda tudo isso em um estilo que é claramente pessoal, mas que ao mesmo tempo quando ele utiliza diversas referência da cultura pop, possui um tom de que parece que você está lendo uma fanfic da forma tão clichê que é colocada e se repete por diversos momentos que particularmente essa abordagem é algo que contribui negativamente para a história.
Quinze Dias em si foi um livro que mexeu muito comigo, não apenas por tratar de tantos dilemas que me identifiquei, mas a nobreza que a história vai se desenvolvendo é algo que te prende até o final da história.
Autor: Vitor MArtins
Editora: Globo Alt
Páginas: 208
Gênero: Ficção / Jovem Adulto
Ano: 2017
Adicione: Skoob
Onde comprar: Amazon | Submarino | Saraiva
Sinopse: Felipe está esperando por esse momento desde que as aulas começaram: o início das férias de julho. Finalmente ele vai poder passar alguns dias longe da escola e dos colegas que o maltratam. Os planos envolvem se afundar nos episódios atrasados de suas séries favoritas, colocar a leitura em dia e aprender com tutoriais no YouTube coisas novas que ele nunca vai colocar em prática.
Mas as coisas fogem um pouco do controle quando a mãe de Felipe informa que concordou em hospedar Caio, o vizinho do 57, por longos quinze dias, enquanto os pais dele estão viajando. Felipe entra em desespero porque a) Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e existe uma grande possibilidade dessa paixão não ter passado até hoje) e b) Felipe coleciona uma lista infinita de inseguranças e não tem a menor ideia de como interagir com o vizinho.
Os dias que prometiam paz, tranquilidade e maratonas épicas de Netflix acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, que obrigarão Felipe a mergulhar em todas as questões mal resolvidas que ele tem consigo mesmo.
Quinze Dias é uma história simples, porém muito importante e um dos livros que mais mexeu comigo esse ano. Nessa história vamos conhecer Felipe, um jovem que está entrando no período de férias no mês de julho e tem exatos quinze dias para tirar uma folga de tantos dilemas de sua vida. Ele por ser gordinho enfrenta além de conflitos internos de autoestima, o bullyng presente em sua escola e isso é algo totalmente desconfortante. Porém, o que lhe esperava ser um período de estar livre e não se preocupar com nada, soma a questão de hospedar o vizinho do apartamento ao lado do seu, o mesmo que ele acaba desenvolvendo sentimentos e não será nada fácil lidar com isso.
Além de lidar com seus problemas de autoestima em relação ao seu corpo, Felipe vai também se conhecer se descobrir aos poucos em relação ao crush que ele desenvolve no seu vizinho. Tudo isso é em um grande processo onde o autor vai trabalhar aos poucos e misturando elementos da cultura pop, cenas que infelizmente são um reflexo da realidade que presenciamos e muitos outros aspectos que contribuem para o livro.
Vitor Martins é claramente um dos autores onde mais vi representatividade em suas histórias. Mesmo com apenas dois livros publicados, ele consegue ambientar todo tipo de personagem em sua trama e qualquer um pode se identificar, independentemente do gênero ou qualquer outro motivo, sua escrita é algo que nos conecta desde os momentos bons aos tristes e até mesmo aqueles pensamentos comuns do dia a dia que passa até despercebido que ele está ao nosso redor.
Em contrapartida, meu dilema com o autor é que ao mesmo tempo que ele coloca todos esses pontos positivos na história, ao mesmo tempo ele aborda tudo isso em um estilo que é claramente pessoal, mas que ao mesmo tempo quando ele utiliza diversas referência da cultura pop, possui um tom de que parece que você está lendo uma fanfic da forma tão clichê que é colocada e se repete por diversos momentos que particularmente essa abordagem é algo que contribui negativamente para a história.
Quinze Dias em si foi um livro que mexeu muito comigo, não apenas por tratar de tantos dilemas que me identifiquei, mas a nobreza que a história vai se desenvolvendo é algo que te prende até o final da história.

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