Título: O Sal da Vida
Autor: Françoise Héritier
Editora: Valentina
Páginas: 108
Gênero: Romance
Ano: 2013
Adicione: Skoob
Onde comprar: Amazon | Saraiva | Submarino
Sinopse: Existe uma forma de leveza e de graça no simples fato de existir, que vai além das ocupações, além dos sentimentos poderosos e dos engajamentos políticos. É sobre isso que este livro fala. Sobre esse pequeno plus que nos é dado a todos: “O Sal da Vida”. Nesta meditação, nesta espécie de poema em prosa em homenagem à vida, totalmente íntimo e sensorial, a renomada antropóloga Françoise Héritier vai atrás das pequenas coisas agradáveis (às vezes nem tanto) às quais aspira o mais profundo do nosso ser: as imagens e as emoções, os momentos marcados de recordações que dão sabor à vida, que a tornam mais rica e mais interessante do que muitas vezes acreditamos que ela seja, e que nada nem ninguém poderá nos tirar, nunca, jamais!
" O Sal da Vida" foi uma das primeiras leituras prazerosas e estimulantes, esse livro deveria ser leitura obrigatória para a vida das pessoas. A autora francesa fala de uma forma contagiante sobre o que é o "Sal" da vida.
Já tinha desejado esse livro há muito tempo desde que a Raffa Fustagno o recomendou no evento dela," A Menina que comprava livro", a partir daquele dia, o livro estava me esperando e quando comecei a ler nao imaginei que teria tantas palavras cativantes em poucas páginas. A autora Françoise escreveu esse livro em resposta a carta de Jean-Charles Piette.
"Ter uma boa pronuncia de um idioma estrangeiro, abrir uma carta com o coraçao disparado"
São frases assim que começam a leitura, a autora vai listando momentos, sensações, emoções que nos fazem ou nos fariam bem se dessemos mais valor. O leitor nao encontrará no texto os prazeres da vida intelectual, sobre o carinho que tem com os leitores ou pessoas, vai encontrar muito além disso, encontrará a beleza e leveza no simples fato de existir. São simples gestos, atitudes e palavras que nos fazem felizes.
" Ter um cofrinho, um objeto fetiche, um talismã, a cintura fina, surpreender um animal vigilante, sentir a densidade de um silêncio atento, tomar a palavra como se estivesse entrando numa arena, encontrar finalmente a palavra exata, esperar ansiosamente um telefonema"
A lista dos agrados e deleites só aumenta e nunca pensei que sentir medo, rir sozinha, sentir a adrenalina quando faço ou mando errado, fazer uma travessura seriam tao valiosos e importantes. Pra que se aborrecer quando se pode tirar proveito daquilo que menos se imaginava? A vida nao precisa fazer sentido mas ser sentida, explorada, viver para ser. Já tinha parado e refletido sobre isso? Algumas pessoas acham que viver é só dar valor aos sentimentos e emoçoes que lhe agradam, nao se importando com as pequenas proezas e sabores da vida.
"Nao se trata aqui de altas especulaçoes metafisicas nem de reflexoes profundissimas sobre a vaidade da existencia tampouco da intimidade picante de alguem. Trata-se, pura e simplesmente, da maneira de fazer de cada episodio da sua vida um tesouro de beleza e graça, que aumenta sem parar, sozinho, e que nos renova a cada dia. Nada disso é, realmente, uma coisa do outro mundo, nao é mesmo?"
Não é? Como disse antes, o livro aponta e faz uma reflexao nada profunda daquilo que nos despertam emoçoes positivas para o nosso bem estar, mostra como aproveitar cada momento, cada episodio da vida.
A autora lista algumas coisas relacionadas a França, que primeiro me faz querer visitar esse lindo lugar, segundo que queria saber muito do que significa alguns eventos que ela cita.
"A recordaçao não existe mais, porém a memória sensorial do corpo continua a falar. Somos um tecido munido de sensores que registram marcas tenazes que nos servem de tutores para tomarmos nosso mundo..."
Nosso corpo muitas vezes fala mais do que queremos ou demonstramos. Quer ver um exemplo? Quando sentimos tanta felicidade ou emoçao que nao conseguimos escrever em palavras mas nossos olhos brilham, sentimos nervosismo, vontade de gritar ou querer abraçar alguem, é ser e demonstrar simplesmente o que palavras nao conseguem descrever.
"Ser uma esponja de sentimentos, sentir tudo intensamente mas evitar demostrar.., nao ter mais dor de dente(aliás, nao ter mais dor em lugar algum), fazer ranger uma porta ou um degrau ou correr as unhas por um quadro negro, representar tudo claramente na imaginaçao, gostar de uma foto, nada boa."
Ah, quando estava terminando a leitura estava me sentindo tao bem, feliz comigo mesma, com meus erros e conquistas. A Françoise foi muito suscita no que queria
trasmitir. Nao senti aquele sensaçao de que necessito de mais, fechei o livro com apenas uma certeza: De que valeu a pena cada palavra lida e ainda sai com um sorriso no rosto.
E aí, qual seu sal da vida?
Autor: Françoise Héritier
Editora: Valentina
Páginas: 108
Gênero: Romance
Ano: 2013
Adicione: Skoob
Onde comprar: Amazon | Saraiva | Submarino
Sinopse: Existe uma forma de leveza e de graça no simples fato de existir, que vai além das ocupações, além dos sentimentos poderosos e dos engajamentos políticos. É sobre isso que este livro fala. Sobre esse pequeno plus que nos é dado a todos: “O Sal da Vida”. Nesta meditação, nesta espécie de poema em prosa em homenagem à vida, totalmente íntimo e sensorial, a renomada antropóloga Françoise Héritier vai atrás das pequenas coisas agradáveis (às vezes nem tanto) às quais aspira o mais profundo do nosso ser: as imagens e as emoções, os momentos marcados de recordações que dão sabor à vida, que a tornam mais rica e mais interessante do que muitas vezes acreditamos que ela seja, e que nada nem ninguém poderá nos tirar, nunca, jamais!
" O Sal da Vida" foi uma das primeiras leituras prazerosas e estimulantes, esse livro deveria ser leitura obrigatória para a vida das pessoas. A autora francesa fala de uma forma contagiante sobre o que é o "Sal" da vida.
Já tinha desejado esse livro há muito tempo desde que a Raffa Fustagno o recomendou no evento dela," A Menina que comprava livro", a partir daquele dia, o livro estava me esperando e quando comecei a ler nao imaginei que teria tantas palavras cativantes em poucas páginas. A autora Françoise escreveu esse livro em resposta a carta de Jean-Charles Piette.
"Ter uma boa pronuncia de um idioma estrangeiro, abrir uma carta com o coraçao disparado"
São frases assim que começam a leitura, a autora vai listando momentos, sensações, emoções que nos fazem ou nos fariam bem se dessemos mais valor. O leitor nao encontrará no texto os prazeres da vida intelectual, sobre o carinho que tem com os leitores ou pessoas, vai encontrar muito além disso, encontrará a beleza e leveza no simples fato de existir. São simples gestos, atitudes e palavras que nos fazem felizes.
" Ter um cofrinho, um objeto fetiche, um talismã, a cintura fina, surpreender um animal vigilante, sentir a densidade de um silêncio atento, tomar a palavra como se estivesse entrando numa arena, encontrar finalmente a palavra exata, esperar ansiosamente um telefonema"
A lista dos agrados e deleites só aumenta e nunca pensei que sentir medo, rir sozinha, sentir a adrenalina quando faço ou mando errado, fazer uma travessura seriam tao valiosos e importantes. Pra que se aborrecer quando se pode tirar proveito daquilo que menos se imaginava? A vida nao precisa fazer sentido mas ser sentida, explorada, viver para ser. Já tinha parado e refletido sobre isso? Algumas pessoas acham que viver é só dar valor aos sentimentos e emoçoes que lhe agradam, nao se importando com as pequenas proezas e sabores da vida.
"Nao se trata aqui de altas especulaçoes metafisicas nem de reflexoes profundissimas sobre a vaidade da existencia tampouco da intimidade picante de alguem. Trata-se, pura e simplesmente, da maneira de fazer de cada episodio da sua vida um tesouro de beleza e graça, que aumenta sem parar, sozinho, e que nos renova a cada dia. Nada disso é, realmente, uma coisa do outro mundo, nao é mesmo?"
Não é? Como disse antes, o livro aponta e faz uma reflexao nada profunda daquilo que nos despertam emoçoes positivas para o nosso bem estar, mostra como aproveitar cada momento, cada episodio da vida.
A autora lista algumas coisas relacionadas a França, que primeiro me faz querer visitar esse lindo lugar, segundo que queria saber muito do que significa alguns eventos que ela cita.
"A recordaçao não existe mais, porém a memória sensorial do corpo continua a falar. Somos um tecido munido de sensores que registram marcas tenazes que nos servem de tutores para tomarmos nosso mundo..."
Nosso corpo muitas vezes fala mais do que queremos ou demonstramos. Quer ver um exemplo? Quando sentimos tanta felicidade ou emoçao que nao conseguimos escrever em palavras mas nossos olhos brilham, sentimos nervosismo, vontade de gritar ou querer abraçar alguem, é ser e demonstrar simplesmente o que palavras nao conseguem descrever.
"Ser uma esponja de sentimentos, sentir tudo intensamente mas evitar demostrar.., nao ter mais dor de dente(aliás, nao ter mais dor em lugar algum), fazer ranger uma porta ou um degrau ou correr as unhas por um quadro negro, representar tudo claramente na imaginaçao, gostar de uma foto, nada boa."
Ah, quando estava terminando a leitura estava me sentindo tao bem, feliz comigo mesma, com meus erros e conquistas. A Françoise foi muito suscita no que queria
trasmitir. Nao senti aquele sensaçao de que necessito de mais, fechei o livro com apenas uma certeza: De que valeu a pena cada palavra lida e ainda sai com um sorriso no rosto.
E aí, qual seu sal da vida?

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