Crítica | Frozen 2

O grande fenômeno de 2014 está de volta em sua sequência. Frozen 2 nos leva de volta para o reino de Arendelle, porém de uma forma bem diferente da que vemos no primeiro filme. Elsa, Ana, Sven e Olaf embarcam em uma nova jornada de autodescoberta e amadurecimento, os personagens serão colocados a prova mais uma vez.

Partindo de uma história de sua infância, a trama nos leva para o passado para contribuir com o enredo principal do filme, respondendo algumas questões que ficaram abertas no primeiro filme. Com efeitos da animação surreais, cenários de cair o queixo e uma fotografia sem igual, a Disrney não poupou esforços para entregar uma obra digna da empresa e todo seu sucesso desde 2013.

A trama é um tanto mais complexa, envolvendo a troca de momentos entre passado e presente, vemos também como os personagens lidam com as mudanças entre o tempo e principalmente a importância de seus atos. O longa tem uma pegada bem mais madura, com uma mensagem linda a cada cena e sem deixar o clássico humor Disney de lado. Os personagens ganham bastante desenvolvimento e evolução nessa etapa, dividindo muito bem os holofotes, mesmo com Elsa sendo um dos pontos principais da trama. 



Ainda sendo uma mega produção, Frozen 2 pode ser considerado inferior a seu primeiro filme, tanto por sua construção de história com poucos elementos para causar na narrativa, como sua trilha sonora que não é tão memorável quanto no primeiro filme. Mesmo sendo performadas de formas icônicas nas telonas - até mesmo com referências a Backstreet Boys -, além de "Into The Unknow", uma ou outra música nos da a lembrança do filme.

O filme chega aos cinemas brasileiros dia 2 de janeiro e não deixe conferir essa história que vai te fazer rir, se emocionar e muito mais .

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