Crítica | Star Wars: A Ascensão Skywalker

O fim de uma era é sempre algo muito difícil de se lidar, Star Wars tem sido um marco na história, estando presente em diversas gerações e a atual tem agora a oportunidade de contemplar uma nova fase da série nos cinemas. A nova trilogia, desde o Despertar da Força se mostra como um novo estilo de Star Wars, porém sem perder sua essência, com inúmeras referências aos outros filmes e uma sensação de nostalgia sem igual. Os Últimos Jedi possui isso, e uma carga emocional ainda maior e mais intensa quando temos ciência de que é o fechamento de um ciclo; o adeus a história de Rey, Finn e os outros.

Star Wars IX tem uma atmosfera sem igual e com uma trama mais envolvente e um aproveito do roteiro sem igual comparado aos episódios VII e VIII. J. J. Abrams fez um trabalho sem igual e brinca com o público em diversos aspectos, não apenas na narrativa na trama, o filme além de ser um desfecho é também um canal para inúmeras possibilidades que pode-se esperar da Lucasfilm. Não somente outros spin-offs, mas também momentos que podem ser usados para algo maior no futuro.

O longa em si não contém a história mais reveladora e eletrizante de Star Wars, é aquele velho dilema de último filme onde cria todo um clímax sobre a pressão de se salvar o mundo e a possibilidade de morte de diversos personagens que são adorados por grande parte do público. Partindo dessa experiência também se destaca a nostalgia ao extremo, principalmente com surpresas durante o longa que vão servir ainda mais aos fãs. 

Para um capítulo que não entregava muito de sua história desde o começo de sua divulgação, Ascensão Skywalker tem um plot um tanto inesperado, porém causa espanto e o descontentamento de alguns. O desenvolvimento dos personagens trabalhados em tela é ainda maior e alinhados a belos cenários, efeitos especiais muito bem executados e a clássica trilha sonora energizante; o resultado é algo digno do grande nome de Star Wars. 

Mesmo com seus altos e baixos o filme se sobrepõe aos demais da trilogia, estando a páreo com o Despertar da Força e concretizando Os Últimos Jedi como o elo mais fraco dessa etapa da história. Rey, Finn e Poe amadurecem suas relações em cada cena e nessa altura vemos como a moral da história está ainda mais forte e adulta, por outro lado, Kyo também trabalha seus conflitos e sua conexão com Rey ainda mais forte. 

A Força  está ainda mais intensa e você não pode perder Star Wars: Ascensão Skywalker que chega dia 19 aos cinemas brasileiros. 

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