Crítica | Virgin River

Fonte: Netflix
Virgin River conta a história de Melinda ‘Mel’ Monroe (Alexandra Breckenridge), uma brilhante enfermeira que é convidada para trabalhar na pequena cidade de Virgin River, na Califórnia. Lá, ela tem a difícil missão de auxiliar o médico mais antigo da cidade, e claramente o único, em seus atendimentos. Só tem um pequeno problema, ele não quer ajuda. Tudo não passou de uma simples "armação" da prefeita da cidade que acreditava que ele não era mais capaz de cuidar da clínica.

Mel, aos poucos vai conhecendo alguns habitantes da cidade e se identificando com alguns problemas e até mesmo dificuldades de cada um deles. Quem ela mais se identifica é o Jack, ex soldado do exército dos USA, que é dono do bar/restaurante mais conhecido da cidade e com ele cria um vínculo muito forte e ele acaba sendo seu porto seguro na cidade. E quem sabe a pessoa que irá lhe ajudar a superar um trauma que afeta diretamente sua vida.

Jack por sua vez, tem de lutar com seus demônios provenientes da guerra que enfrentou assim como com os problemas e desentendimentos do seu dia a dia. Atravéz de seu vínculo com Mel ele percebe que pode ser que consigo a solução para os seus problemas.

A trama gira em torno de Mel e Jack principalmente, mas não é só da histórias deles que a série é feita, em torno do enredo principal temos diversas histórias que abordam temas muito importantes e até mesmo necessários no cotidiano. 

O elenco de Virgin River conta com Alexandra Breckenridge, Martin Henderson, Colin Lawrence, Jenny Cooper, entre outros.

Virgin River é baseada nos livros escritos por Robyn Carr. A série está sendo desenvolvida por Sue Tenney na Netflix. A 1ª temporada tem 10 episódios. E já foi confirmada a sua 2ª Temporada para 2020.

Então como bela cria das séries dos anos 90, como The Mountain, Everwood, Hart Of Dixie e afins, assim que vi Virgin River lá na tela de indicados da Netflix não pensei duas vezes em apertar o play e me apaixonar por mais uma séries que deixou meu coração cheio de alegria e completo por poder matar a saudade de séries no estilo que tanto me encantou a uns anos atrás.

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