Crítica | Joias Brutas

Divulgação Netflix

Desde que foi anunciado, Uncut Gems ou Joias Brutas me chamou a atenção. Internacionalmente o filme estava sendo aclamado e recebendo ótima aprovação da crítica, muito disso por mostrar Adam Sandler, fora do seu escopo tradicional de atuação. Isso por si só já é brilhante.


Mas Joias Brutas vai além. O Longa apresenta um Judeu, viciado em apostas e dono de uma joalheria em Nova York, que entra em um ciclo infinito de desventuras por conta de uma opala negra, não lapidada extraída por judeus da Etiópia.



Estamos acostumados a ver Adam Sandler em comédias icônicas, que marcaram gerações. No entanto, em Joias Brutas, o ator foge, completamente de sua zona de conforto, mostrando para o público que pode muito mais. E choca!

Choca por ver como Adam Sandler é brilhante e como rótulos podem, sim, prejudicar os atores. Vide, o descaso para com o mesmo nas premiações.


O Longa é frenético, exige do expectador total atenção, onde a cada piscada um detalhe pode se perder, onde roteiro, cenários e esteriótipos se complementam e mesmo não parecendo, trata-se de um filme simples. O jogo de câmera favorece essa urgência, juntamente com os diálogos pontuais. Poucos são os momentos de calmaria e isso faz de Joias Brutas, um Thriller envolvente.


Não se deixe enganar, Joias Brutas merece sua atenção e Adam Sandler merece ser enaltecido. que venham outros assim!


Joias Brutas já está disponível na Netflix




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