A sinopse resume bem todo o enredo do filme que abraça todos os clichês possíveis em torno da história desse herói. Infelizmente a animação deixa a desejar em seu roteiro, com uma narrativa nada convincente e massante. A qualidade da animação se perde na busca por tantas referências, recursos e clichês, onde nada leva a lugar algum, mas de repente estamos um um outro lugar, só porque aquilo geralmente acontece em filmes com a mesma temática heróica.
O filme utiliza na sua linguagem alguns recursos de HQs, com interação com público, piadas com o próprio estúdio e quebra da quarta parede. Além de resoluções tiradas da cartola de um mágico e um personagem principal nada carismático. E escrevo cada uma dessas linhas chocadas, pois me sentei na poltrona cheia de entusiasmo para assistir algo diferente do que foi entregue. E não foi uma esperança que nasceu de lugar algum, mas porque o filme foi dirigido pelo mesmo diretor de “O Rei Leão” e “Stuart Little”, filmes que me abraçaram durante a infância.
Além de contar com um elenco maravilhoso e muito talentoso. A sensação que temos é que muito potencial foi desperdiçado em um roteiro fraco e que poderia ter sido muito maior e melhor.
Queria poder ficar aqui redigindo um texto enorme sobre o filme, mas mesmo com a boa intenção da escolha de recorte temático - diversidade - a animação se mostra bem fraca. Se tornando um exemplo de como um roteiro bem escrito é importante.

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