O que achamos do filme Vermelho, branco e sangue azul

Tivemos a oportunidade de assistir à adaptação de vermelho, branco e sangue azul antes da sua esteia no Prime Video e podemos dizer que sem dúvida, os fãs da obra de Casey McQuiston vão se emocionar.

O filme acompanha Alex, filho da Presidente dos EUA, e Henry, o príncipe britânico que durante um casamento real acabam derrubando o bolo. À partir daí eles são obrigados a aparecer juntos constantemente como forma de apagar a imagem de que na verdade eles se odeiam.

A partir daí o sentimento que já existia entre eles aflora e não conseguem mais esconder o que sentem um para o outro.

Todos os detalhes mais especiais da obra original estão presentes. As trocas de mensagens, o Peru, o lago, o karaokê, o estábulo, o primeiro beijo, a angústia do reencontro, o discurso de Alex após o romance deles ser descoberto... Cada cena especial que existia só nas nossas mentes estão ali.

As cenas íntimas trouxeram uma conexão mais íntima e romântica do que sexual, o que as tornou ainda mais bonitas em todos os aspectos. Nicholas e Taylor estão impecáveis, eles simplesmente nasceram para seus papéis.

Contudo, VBSA acerta tanto em adaptar o livro, em mostrar os momentos memoráveis da obra original, que esquece de se aprofundar nos temas mais dramáticos e igualmente relevantes para a narrativa, deixando-os rasos, superficiais e esquecíveis.

No mais, acredito que minhas expectativas tornaram o filme bom, mas não incrível. Contudo sua relevância o torna especial aos olhos de quem quer ser e os quer ver fazendo história.

O filme chega em 11/08 no Prime Video


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